DIRETRIZ DE PRIVACIDADE
- OBJETIVO
A Diretriz de Privacidade foi criada para demonstrar o compromisso da COOPERALFA com a proteção de seus dados pessoais e apresentar como suas informações serão coletadas, utilizadas, protegidas e quais são seus direitos e como eles poderão ser exercidos.
- TRATAMENTO DE SEUS DADOS PESSOAIS
A COOPERALFA atua em vários segmentos e em muitos casos, necessita obter e utilizar diversos dados de pessoas físicas para poder viabilizar a realização de uma série de negócios, envolvendo operações de compra e venda de produtos agrícolas, negociando diretamente com o agricultor e seus familiares, fornecimento de insumos, controle de operações de crédito, entre outras atividades.
A coleta e a utilização desses dados, pauta-se pelos princípios estabelecidos pela lei de proteção de dados pessoais, quais sejam:
Finalidade: realizar o tratamento dos dados somente para os fins legítimos, específicos e informados ao titular;
Adequação: manter a compatibilidade do tratamento com as finalidades informadas ao titular, de acordo com o contexto do tratamento;
Necessidade: limitar o tratamento ao mínimo indispensável para a execução das finalidades;
Livre acesso: garantir ao titular o acesso gratuito e prático sobre a forma e a duração do tratamento de todos os seus dados pessoais sob os cuidados da COOPERALFA;
Qualidade dos dados: garantir aos titulares que seus dados armazenados estejam corretos e atualizados, de modo a cumprir adequadamente com as finalidades para as quais se destinam;
Transparência: fornecer informações claras e precisas a respeito dos tratamentos realizados e dos controladores e operadores de dados, respeitados os segredos comerciais e industriais;
Segurança: adotar as medidas técnicas e administrativas aptas a proteger os dados pessoais de acessos não autorizados e de situações acidentais ou ilícitas de perda ou divulgação indevida dos mesmos, nos limites técnicos razoáveis e no âmbito de suas responsabilidades;
Prevenção: adotar medidas preventivas a fim de diminuir a ocorrência de danos aos dados pessoais tratados;
Não discriminação: recusar-se terminantemente a realizar tratamento de dados pessoais para fins discriminatórios, ilícitos ou abusivos;
Responsabilização e prestação de contas: demonstrara adoção de medidas eficazes para a proteção de dados, a fim de comprovar a observância às leis de proteção de dados pessoais.
Para poder atender a todos esses princípios e dar respostas adequadas aos titulares de dados pessoais, foi criada a Diretriz de Privacidade da COOPERALFA, onde implantamos uma série de controles e medidas técnicas e administrativas, que visam dar mais segurança e oferecer maior privacidade no tratamento de dados pessoais.
Utilizamos padrões de conformidade estabelecidos pelas boas práticas de governança, temos adotado ações voltadas para a criação e consolidação de uma cultura interna de proteção de dados, com a capacitação contínua de nossos colaboradores.
Atuamos de acordo com a lei, mas sabemos que ainda assim, estamos sujeitos a situações que ocasionem algum tipo de incidente de proteção de dados pessoais. Pensando nisso, mantemos um processo contínuo de aprimoramento de proteção dedados.
- QUAIS SÃO OS DADOS PESSOAIS QUE UTILIZAMOS?
A COOPERALFA mantém relacionamento com diversas pessoas físicas e a fim de melhor identificar os dados pessoais tratados por nós, realizamos um amplo mapeamento de nossos processos, que apontou para as seguintes situações:
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Tratamos dados pessoais comuns, de agricultores e familiares, fornecedores, clientes e representantes, os quais, em geral, são constituídos por informações como:
Nome, CPF, RG, Endereço, Bairro, Cidade, Estado, Telefone, E-mail, Profissão, Estado Civil, Cônjuge, Filiação, Data de Nascimento, Nacionalidade, Sexo, Função, Cargo, Dados bancários, CNH, Geolocalização, que são utilizadas para as seguintes finalidades:
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Realização de aquisição de produtos agrícolas;
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Emissão de notas fiscais;
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Gerenciamento dos pedidos de venda e faturamento;
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Controle de cargas e emissão de conhecimentos de transporte;
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Rastreabilidade de cargas;
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Negociações financeiras e controles contábeis;
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Controle sobre a cobrança de royalties;
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Análises mercadológicas referentes a potencial de compras;
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Controle de contas a receber;
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Celebração de convênios de compras;
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Controle de inadimplência;
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Análise de crédito e registro nos órgãos de proteção ao crédito;
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Inscrição em eventos, promoções e sorteio de prêmios;
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Verificação de área e controles de limites de imóveis rurais;
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Identificação da procedência de lotes de produtos agrícolas;
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Controle de qualidade;
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Registro de vasilhames de agrotóxicos;
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Cadastro de produtores rurais para participação em programas diversos;
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Definir estratégias comerciais com base no perfil de consumo;
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Divulgação de ofertas, produtos e notícias da cooperativa;
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Contratação de fornecedores / prestadores de serviços (pessoas físicas);
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Comprovação do vínculo associativo;
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Controle de depósitos em silos;
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Capacitação em novas tecnologias;
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Pesquisa e arquivamento no centro histórico da Cooperalfa;
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Controle de visitantes;
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Entrega a domicílio de compras realizadas em nossas lojas;
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Realização de trocas ou devoluções de mercadorias;
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Registro de reclamações e de sugestões;
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Realização de doações ou concessão de descontos;
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Coletamos alguns dados pessoais e que podem incluir imagens de câmeras de segurança ou fotos, para fins de:
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Controle de acesso e de segurança patrimonial;
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Eventualmente ainda poderemos utilizar dados pessoais de nossos clientes em casos de:
Atendimento de solicitações judiciais e órgãos de fiscalização;
Uso em processos administrativos e/ou judiciais.
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Caso seja necessário, poderemos utilizar dados pessoais de crianças e adolescentes, sendo que para tal, segundo a lei, faz-se imprescindível a autorização dada por, pelo menos, um dos pais ou pelo responsável legal do menor, onde conste de forma clara a finalidade de uso de tais dados.
- QUAIS OS FUNDAMENTOS LEGAIS PARA UTILIZARMOS ESSES DADOS?
De acordo com o que estabelece a LGPD, utilizamos dados pessoais somente em conformidade com alguma das bases legais previstas nos Artigos 7º. e 11º. da Lei.
Assim, nossos tratamentos de dados pessoais, encontram fundamento em:
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Cumprimento de obrigações legais ou regulatórias;
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Execução de contratos ou procedimentos preliminares;
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Legítimo interesse do controlador;
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Proteção do crédito;
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Exercício regular de direitos em processos arbitrais, judiciais ou administrativos;
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Consentimento do titular dos dados pessoais;
- COM QUEM COMPARTILHAMOS SEUS DADOS?
Para poder executar regularmente nossas atividades e em muitas situações, até mesmo por exigências legais, precisamos em alguns casos realizar o compartilhamento de seus dados pessoais com outras empresas e/ou entidades.
Veja os casos em que pode ocorrer este compartilhamento, na COOPERALFA:
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Envio de informações relacionadas a questões agropecuárias para a EMBRAPA, EPAGRI, CIDASC e algumas empresas privadas detentoras dos direitos de cultivares, como Bayer, Monsanto, Nidera, TMG, Monsoy, Biotrigo, entre >outras;
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Envio de dados para entidades governamentais como Ministério da Agricultura, Receita Federal, INSS e outros órgãos administrativos ou judiciais, para cumprimento de determinações legais ou judiciais, caso ocorram;
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Repasse de informações para bancos, cooperativas de crédito ou outras entidades financeiras, para a execução de transações financeiras, como recebimentos e pagamentos;
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Encaminhamento de cargas para transportadoras;
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Envio de dados para cartórios, referente a registros de transações e cobranças;
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Atendimento de solicitações do Procon;
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Remessa para empresas ligadas, como a Aurora;
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Compartilhamento de informações com escritórios de advocacia, quando necessários para emissão de pareceres / providências ou atuações jurisdicionais;
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Encaminhamento de dados para agências de propaganda, para a realização de campanhas publicitárias e realização de eventos;
Procuramos fazê-lo da forma mais eficiente e cercando-se dos devidos cuidados, com aplicação das técnicas de transmissão recomendadas pelas boas práticas de segurança.
- QUAIS OS SEUS DIREITOS, COMO TITULAR DE DADOS PESSOAIS?
Segundo a LGPD, os titulares de dados pessoais têm direito a serem adequadamente informados sobre o que está acontecendo com seus dados pessoais. Para isso, a lei estabelece que o titular pode, mediante requisição expressa:
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Saber da existência ou não de tratamento de dados pessoais de sua titularidade;
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Ter acesso a quais são esses dados;
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Poder solicitar a correção dos dados incompletos, inexatos ou desatualizados;
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Ter seus dados anonimizados, bloqueados ou eliminados, quando não forem mais necessários para cumprir a finalidade para a qual foram coletados, ou quando utilizados de maneira irregular ou indevida;
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Pedir que seus dados sejam transportados para outras entidades, respeitados os segredos industriais e comerciais;
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Revogar o consentimento dado para uso de dados pessoais;
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Obter informações sobre os compartilhamentos realizados e para quais finalidades;
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Registrar junto à ANPD, reclamações contra o controlador de seus dados pessoais.
- RETENÇÃO DOS DADOS PESSOAIS
A COOPERALFA, em cumprimento aos princípios legais, providenciará, sempre que possível, a eliminação ou a anonimização de dados pessoais, cuja finalidade de uso já tenha sido obtida e que não precisem mais ser armazenados.
É preciso ressalvar, porém, os casos em que, por força de lei ou de regulamento, seja necessária sua manutenção.
Da mesma forma, a COOPERALFA se reserva no direito de manter dados pessoais, para promover a defesa de seus interesses, quando tais dados forem utilizados como prova do cumprimento de obrigações contratuais, em eventuais processos administrativos, judiciais ou arbitrais.
- COMO POSSO ESCLARECER DEMAIS DÚVIDAS?
Caso você queira esclarecer alguma dúvida adicional, é através do canal de relacionamento [email protected], informações também disponíveis no site www.cooperalfa.com.br na aba Ética e LGPD.
- LEGISLAÇÃO APLICÁVEL E ALTERAÇÕES
Este documento foi elaborado com base na legislação aplicável sobre segurança da informação, privacidade e proteção de dados, inclusive (sempre e quando aplicáveis) a Constituição Federal, o Código de Defesa do Consumidor, o Código Civil, o Marco Civil da Internet (Lei Federal n. 12.965/2014), seu decreto regulamentador (Decreto 8.771/2016), a Lei Geral de Proteção de Dados (Lei Federal n. 13.709/2018), e demais normas setoriais ou gerais sobre o tema.
A Cooperalfa reserva o direito, a seu exclusivo critério, de modificar, alterar, acrescentar ou remover partes deste documento a qualquer momento.
Esta Diretriz de Privacidade foi publicada em Outubro de 2020.
- ATUALIZAÇÕES
A LGPD é uma legislação recente e que ainda requer uma série de regulamentações por parte da ANPD. Dessa forma, poderão surgir questões novas, ainda não tratadas nesta diretriz, ensejando a necessidade da sua atualização.
Também poderemos proceder com alterações, em função de mudanças nos dados tratados ou nos nossos procedimentos internos.
Procuraremos manter este documento sempre o mais atualizado possível, disponibilizando as novas versões periodicamente.
Chapecó/SC, 08 de Outubro de 2020.
COOPERALFA
DEFINIÇÕES DE TERMOS
Relacionamos a seguir alguns termos utilizados pela legislação brasileira de proteção de dados com suas definições:
Dado pessoal: informação relacionada a pessoa natural identificada ou identificável;
Dado pessoal sensível: dado pessoal sobre origem racial ou étnica, convicção religiosa, opinião política, filiação a sindicato ou a organização de caráter religioso, filosófico ou político, dado referente à saúde ou à vida sexual, dado genético ou biométrico, quando vinculado a uma pessoa natural;
Banco de dados: conjunto estruturado de dados pessoais, estabelecido em um ou em vários locais, em suporte eletrônico ou físico;
Titular: pessoa física a quem se referem os dados pessoais que são objeto de tratamento;
Controlador: pessoa física ou jurídica, de direito público ou privado, a quem competem as decisões referentes ao tratamento de dados pessoais;
Operador: pessoa física ou jurídica, de direito público ou privado, que realiza o tratamento de dados pessoais em nome do controlador;
Encarregado de proteção de dados: pessoa indicada pelo controlador para atuar como canal de comunicação entre o controlador, os titulares dos dados e a Autoridade Nacional de Proteção de Dados;
Agentes de tratamento: o controlador e o operador;
Tratamento: toda operação realizada com dados pessoais, como as que se referem a coleta, produção, recepção, classificação, utilização, acesso, reprodução, transmissão, distribuição, processamento, arquivamento, armazenamento, eliminação, avaliação ou controle da informação, modificação, comunicação, transferência, difusão ou extração;
Anonimização: utilização de meios técnicos razoáveis e disponíveis no momento do tratamento, por meio dos quais um dado perde a possibilidade de associação, direta ou indireta, a um indivíduo;
Consentimento: manifestação livre, informada e inequívoca pela qual o titular concorda com o tratamento de seus dados pessoais para uma finalidade determinada;
Compartilhamento: comunicação, difusão, transferência internacional, interconexão de dados pessoais ou tratamento compartilhado de bancos de dados pessoais por órgãos e entidades públicos no cumprimento de suas competências legais, ou entre esses e entes privados, reciprocamente, com autorização específica, para uma ou mais modalidades de tratamento permitidas por esses entes públicos, ou entre entes privados;
Relatório de impacto à proteção de dados pessoais: documentação do controlador que contém a descrição dos processos de tratamento de dados pessoais que podem gerar riscos às liberdades civis e aos direitos fundamentais, bem como medidas, salvaguardas e mecanismos de mitigação de risco;
Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD): órgão responsável por zelar, implementar e fiscalizar o cumprimento da legislação de proteção de dados pessoais.

